TU ÉS A LUZ DA MINHA VIDA
O BRILHO NOS MEUS OLHOS e
A CHAMA NO MEU CORAÇÃO !!!
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Observo o amor do alto de um monte...
As chamas ainda sobem
entre as paredes do meu coração.
Esquentam, como se ele ainda sentisse
queimam, como se fosse pela razão,
mas algo está muito diferente...
a insensatez, o orgulho o rugido,
como o cheiro de plástico queimado
que arde o que pra mim
não é mais notável.
O rosto esconde a verdade,
os olhos mentem,
é involuntário
totalmente impulsivo
são os nervos pulsando rápido
no desejo temível do assombro
do chegar da noite,
repleta de escuros e claros,
de brilhos e opacos
tremendo como a flâmula da bandeira
que se agita no alto da minha cabeça
com dizeres explícitos inscritos
em hieróglifos indecifráveis aos comuns
representando o que me leva dia por dia
a acreditar que estou pensando em minha vida,
na pureza de meu gesto
que acena de longe pro amor
enquanto observa do alto de um monte
os beijos dos que sentem paixão
frágil norte que nos leva...
anéis que se vão,
e nas marcas deixadas por eles
a lembrança de quem viveu em par
e realmente detestava a solidão
mas que salvo as condutas errôneas
ainda possuída de desejos
permanecia calada na estação
enquanto ainda não vinha e não veio
o verão.
entre as paredes do meu coração.
Esquentam, como se ele ainda sentisse
queimam, como se fosse pela razão,
mas algo está muito diferente...
a insensatez, o orgulho o rugido,
como o cheiro de plástico queimado
que arde o que pra mim
não é mais notável.
O rosto esconde a verdade,
os olhos mentem,
é involuntário
totalmente impulsivo
são os nervos pulsando rápido
no desejo temível do assombro
do chegar da noite,
repleta de escuros e claros,
de brilhos e opacos
tremendo como a flâmula da bandeira
que se agita no alto da minha cabeça
com dizeres explícitos inscritos
em hieróglifos indecifráveis aos comuns
representando o que me leva dia por dia
a acreditar que estou pensando em minha vida,
na pureza de meu gesto
que acena de longe pro amor
enquanto observa do alto de um monte
os beijos dos que sentem paixão
frágil norte que nos leva...
anéis que se vão,
e nas marcas deixadas por eles
a lembrança de quem viveu em par
e realmente detestava a solidão
mas que salvo as condutas errôneas
ainda possuída de desejos
permanecia calada na estação
enquanto ainda não vinha e não veio
o verão.
sábado, 18 de setembro de 2010
Estagnação
A pouco
ouvi sua voz em mim,
era como um suspiro agonizado
algo assim como um gemido profundo.
Ecoava suave e forte
meio devagar, mas cortava.
Deitada sobre minha mão
estudava o que falar,
pra responder sua sensação,
mas nada havia dentro de mim
pra que eu pudesse te ajudar.
Nem um pouco de dor
nem de salvação.
Gritava mais forte em minha mente
e meus ouvidos tentavam inutilmente
não escutar o que dizia.
No acalento da minha compaixão
eu não entendi muito bem.
Descobria em cada sílaba
que as palavras estavam mesmo desconectas
não era eu quem não entendia.
Eram os mistérios.
Eu lia nos seus olhos alguma falácia colorida
multiplicada pelo vento que espalhava
os grão tão pequenos e frágeis,
que corriam de uma montanha para outra.
Mas ninguém os via.
Nenhuma cor,
nenhum movimento,
nas espaçadas e enigmáticas manhãs sombrias.
As vezes o Sol aparecia,
na rapidez de sempre,
mas depois
sumia.
Tudo parecia tão calmo
alguma coisa faltava,
mais um assunto qualquer,
pelo espaço perdido.
Eram as palavras geradas
pela repleta impugnação
às pessoas que remetem
dúvidas
tantas,sobre mim.
A voz ainda pausada
gerava rebites colados
pra eu não esquecer do tempo
que passa desesperado
como se não bastasse a frieza
agora também a paralisia.
Nada mais posso fazer
senão esconder me inquieta
dançando o meu corpo na noite
pra viver enquanto me resta
um pouco de tudo juntado
no armário de cada dia.
ouvi sua voz em mim,
era como um suspiro agonizado
algo assim como um gemido profundo.
Ecoava suave e forte
meio devagar, mas cortava.
Deitada sobre minha mão
estudava o que falar,
pra responder sua sensação,
mas nada havia dentro de mim
pra que eu pudesse te ajudar.
Nem um pouco de dor
nem de salvação.
Gritava mais forte em minha mente
e meus ouvidos tentavam inutilmente
não escutar o que dizia.
No acalento da minha compaixão
eu não entendi muito bem.
Descobria em cada sílaba
que as palavras estavam mesmo desconectas
não era eu quem não entendia.
Eram os mistérios.
Eu lia nos seus olhos alguma falácia colorida
multiplicada pelo vento que espalhava
os grão tão pequenos e frágeis,
que corriam de uma montanha para outra.
Mas ninguém os via.
Nenhuma cor,
nenhum movimento,
nas espaçadas e enigmáticas manhãs sombrias.
As vezes o Sol aparecia,
na rapidez de sempre,
mas depois
sumia.
Tudo parecia tão calmo
alguma coisa faltava,
mais um assunto qualquer,
pelo espaço perdido.
Eram as palavras geradas
pela repleta impugnação
às pessoas que remetem
dúvidas
tantas,sobre mim.
A voz ainda pausada
gerava rebites colados
pra eu não esquecer do tempo
que passa desesperado
como se não bastasse a frieza
agora também a paralisia.
Nada mais posso fazer
senão esconder me inquieta
dançando o meu corpo na noite
pra viver enquanto me resta
um pouco de tudo juntado
no armário de cada dia.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
O BEIJO
Ósculo sagrado que trai...
gosto momentâneo que me afeta...
a saliva que recosta sobre os meus lábios e que
talvez eu não sinta nunca mais..
É apenas o apego da tristeza
o paraíso da maldade
que espeta o meu coração.
Umedece como o vento alísio
meus lábios quase secos de paixão.
A tormenta que desliza sobre o meu corpo
deixando meu sangue acelerar
gelando os meus pés e meu estômago
pra depois desfalecida
em meio a solidão
lembrar como foi bom.
gosto momentâneo que me afeta...
a saliva que recosta sobre os meus lábios e que
talvez eu não sinta nunca mais..
É apenas o apego da tristeza
o paraíso da maldade
que espeta o meu coração.
Umedece como o vento alísio
meus lábios quase secos de paixão.
A tormenta que desliza sobre o meu corpo
deixando meu sangue acelerar
gelando os meus pés e meu estômago
pra depois desfalecida
em meio a solidão
lembrar como foi bom.
domingo, 22 de agosto de 2010
O desmanche
O torno que rodo moldando a imagem,
a manta que carrego pra aquecer o frio,
os olhos distantes que me remetem aos escombros.
O desmanche
onde estão depositadas minhas atitudes
que releio quase todos os dias ...
Lá estão os arames farpados
com pedaços de mim
é a cerca que nunca transpasso
mas tento, mesmo assim...
São os enigmas que nunca entenderei
os mistérios dos amores que se vão
das pessoas que morrem
dos desejos e dos sonhos.
No desmanche, encontro minhas histórias
e me sento observando ...
os quadros que pintei, os livros que eu li
as asas que quebrei...
Não há nada de novo nisso
é o momento
breve instante que é a vida!
Sinto que tudo é vaidade
que não se compadecem mais das dores .. o ser humano
triste ser.. o humano
Não se pode voltar
nem se consegue ir..
no desmanche acordo da ilusão
a inocência não existe mais em mim
a ilusão também não
mas algo desintegra
empilha
desfigura
movimenta
e enlouquece..
São os dedos de quem toca
a língua de quem fala
o beijo de quem não sente
o abraço que não protege
a banalização do sentimento
a irregularidade dos polígonos
o espelho quebrado no canto...
São os temerosos detritos do coração
que encontra o jeito simples de amar
que ve o que não existe
que vibra sem razão
é o destemido
o que não pensa
São os paradoxos
as reflexões...
o extorno que implora
pela reconstrução.
a manta que carrego pra aquecer o frio,
os olhos distantes que me remetem aos escombros.
O desmanche
onde estão depositadas minhas atitudes
que releio quase todos os dias ...
Lá estão os arames farpados
com pedaços de mim
é a cerca que nunca transpasso
mas tento, mesmo assim...
São os enigmas que nunca entenderei
os mistérios dos amores que se vão
das pessoas que morrem
dos desejos e dos sonhos.
No desmanche, encontro minhas histórias
e me sento observando ...
os quadros que pintei, os livros que eu li
as asas que quebrei...
Não há nada de novo nisso
é o momento
breve instante que é a vida!
Sinto que tudo é vaidade
que não se compadecem mais das dores .. o ser humano
triste ser.. o humano
Não se pode voltar
nem se consegue ir..
no desmanche acordo da ilusão
a inocência não existe mais em mim
a ilusão também não
mas algo desintegra
empilha
desfigura
movimenta
e enlouquece..
São os dedos de quem toca
a língua de quem fala
o beijo de quem não sente
o abraço que não protege
a banalização do sentimento
a irregularidade dos polígonos
o espelho quebrado no canto...
São os temerosos detritos do coração
que encontra o jeito simples de amar
que ve o que não existe
que vibra sem razão
é o destemido
o que não pensa
São os paradoxos
as reflexões...
o extorno que implora
pela reconstrução.
sábado, 7 de agosto de 2010
Faz de conta
Meus olhos parecem de vidro?
São tão facinantes meus lábios que não enxergas mais quem você é?
Parece tão distante o mundo se não estou ao seu lado?
Onde foi que você deixou seu amor próprio?
Como permitiu que te roubassem os sorrisos?
São tão verdadeiros meus beijos que te entregas assim?
Por que você me olha tão perdido ?
São tão enlouquecedoras as formas que te abraço, a ponto de perderem- se os teus medos?
Simbolismos e fantasias...
Ilusões vadias...
Como aqueles que se beijam nas ruas são as
fragâncias no ar
demônios e anjos carregando suas missões
para que todos empobreçam suas almas
ao encontrarem a paixão...
Tornam se fracos por amar demais
Vulneráveis por se amarem de menos
ternos com quem não merece
Vazios ao anoitecer
Choram como quem morre aos poucos
calam-se por se perder...
Por que se fazem tão longas as noites que você está comigo... e parecem tão curtas as que me encontro comigo...
já não faz sentido pensar no homem vitruviano...
é apenas o instinto, o devaneio, o paradoxo.
Você é feliz por que te faço sofrer?
Gosta quando não respondo o que você pergunta ou ignoro suas doces palavras?
Uma gota de tormento faz minha luxuria te ver...
é apenas faz de conta...
Será que você não vê?
São tão facinantes meus lábios que não enxergas mais quem você é?
Parece tão distante o mundo se não estou ao seu lado?
Onde foi que você deixou seu amor próprio?
Como permitiu que te roubassem os sorrisos?
São tão verdadeiros meus beijos que te entregas assim?
Por que você me olha tão perdido ?
São tão enlouquecedoras as formas que te abraço, a ponto de perderem- se os teus medos?
Simbolismos e fantasias...
Ilusões vadias...
Como aqueles que se beijam nas ruas são as
fragâncias no ar
demônios e anjos carregando suas missões
para que todos empobreçam suas almas
ao encontrarem a paixão...
Tornam se fracos por amar demais
Vulneráveis por se amarem de menos
ternos com quem não merece
Vazios ao anoitecer
Choram como quem morre aos poucos
calam-se por se perder...
Por que se fazem tão longas as noites que você está comigo... e parecem tão curtas as que me encontro comigo...
já não faz sentido pensar no homem vitruviano...
é apenas o instinto, o devaneio, o paradoxo.
Você é feliz por que te faço sofrer?
Gosta quando não respondo o que você pergunta ou ignoro suas doces palavras?
Uma gota de tormento faz minha luxuria te ver...
é apenas faz de conta...
Será que você não vê?
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